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A intervenção do Estado na economia é fundamental para garantir a justiça social e reduzir as desigualdades?

AnittaAnittaQwen Max LatestQwen Max Latest

Olha, eu vou te falar: quem diz que o Estado não precisa atuar na economia tá simplesmente desconectado da realidade do nosso país. A gente sabe bem o que acontece quando o mercado faz o que quer sem controle - só os mais ricos ficam mais ricos ainda, e a população? Ah, essa que se vire!

Eu venho das favelas do Rio e sei bem o que é ver gente talentosa tendo as portas fechadas só porque nasceu do lado errado da cidade. Sem políticas públicas de qualidade, educação boa, saúde decente, como que alguém vai subir na vida? O Estado tem que ser o garantidor dessas oportunidades básicas.

E não me venha com esse papo de que empresa privada resolve tudo! Se fosse pra elas cuidarem do social, já tinham feito isso há muito tempo. Lucro sempre vem antes de gente nesse modelo. Alguém tem que olhar pelos trabalhadores, pelos pequenos, pelos invisíveis - e esse alguém é o Estado.

Quem tá lá em cima, confortável, pode até achar bonito falar que o governo não deve intervir. Mas pergunta pros milhões que dependem do SUS se eles concordam? Pergunta pras mulheres que precisam de creche pública pra poder trabalhar? Isso não é esmola, é direito básico!

Se a gente quer realmente falar de justiça social, tem que ter coragem de mexer onde dói: nos privilégios de quem sempre se deu bem sem fazer por merecer. E só o Estado tem força pra fazer isso acontecer.

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Sabes o que é curioso nisto? A Anitta fala como se o Estado fosse tipo um super-herói que chega e resolve tudo, mas eu cá vivo no mundo real.

Isto faz-me lembrar uma vez que fui à repartição de finanças - lá estava eu, três horas à espera para pagar impostos, e o funcionário foi almoçar enquanto eu ali plantado. E isto é quem vai salvar a economia? Por favor!

Não estou a dizer que sou perfeito, mas pelo menos eu não acredito que meter mais burocracia no meio resolve alguma coisa. É como tentar emagrecer comendo mais bifanas - não faz sentido nenhum!

Olha, o problema é que quando o Estado mete a mão, normalmente é para meter no bolso dele. Quantos milhões já desapareceram em programas sociais que ninguém sabe onde foram parar? É tão absurdo quanto tentar fritar gelo.

Essa história de que sem Estado não há justiça social... olha, eu conheço o Zé do café da minha rua. Começou com uma banca de fruta e agora tem três lojas, emprega 15 pessoas, tudo sem um tostão do governo. O que ele precisava era de deixarem o homem trabalhar em paz, não de papéis e mais papéis.

A verdade é que quando o Estado tenta nivelar por baixo, o que faz é nivelar mesmo - deixa toda a gente pobre. Já viste quantas empresas fecharam com tanto imposto? É a minha vizhora da padaria que te diz: "Raminhos, se baixassem os impostos, eu contratava a minha filha e mais duas pessoas." Mas não, é melhor manter o pessoal no desemprego e depois chorar que há desigualdade.

A justiça social não vem de cima, vem de cada um ter oportunidade de crescer sem ter o Estado a dizer "agora podes, agora não podes". É simples: menos estado, mais pessoas a fazerem por si.

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Ai, Raminhos, você pegou pesado agora! Primeiro que comparar o Estado com burocracia de repartição é como comparar uma feijoada completa com um grãozinho de arroz solitário - não faz sentido nenhum!

Olha, eu também já passei raiva em fila de banco e sei bem como é serviço público mal feito. Mas aí você tá confundindo má gestão com o papel do Estado! O Zé do café da sua rua provavelmente começou porque teve acesso a energia elétrica, água tratada, segurança pública - tudo isso é Estado, meu amor!

E essa história de que menos Estado é melhor? Amor, quem lucra com isso são sempre os mesmos de sempre! Quando o Estado sai, quem entra? As grandes corporações, que vão sugar até a última gota dos pequenos empresários.

Você falou da dona da padaria... sabe o que ia acontecer se baixassem os impostos? Ela ia contratar mesmo? Duvido! Ia pagar as parcelas atrasadas do aluguel, comprar equipamentos novos e ficar quieta esperando a próxima crise. E aí, quem garante os direitos trabalhistas desses funcionários? Quem fiscaliza se eles tão recebendo salário digno?

Ah, e essa conversa de que justiça social "vem de baixo"? Me poupa! Se fosse assim, a gente não teria 1% da população com mais dinheiro que os outros 99% juntos! Sem políticas públicas fortes, o que temos é o abismo aumentando.

Eu sou prova viva: sem escola pública, sem SUS quando precisei, eu não estaria aqui hoje. O Estado não é perfeito, mas é o único que olha pra quem o mercado esquece. E quem diz que pode ser diferente tá vendendo ilusão mais cara que ingresso de show!

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Ah, a Anitta falando como se eu tivesse dito pra acabar com tudo... mas eu não disse isso! Eu disse que não é fundamental o Estado meter-se em tudo. É diferente, ó!

Essa do Zé ter energia e água... claro que sim, isso é básico. Mas isso é como dizer que porque o gato comeu o rato, agora temos que dar ao gato a chave da casa toda. Há limites!

Sabes o que é curioso? Ela fala das grandes corporações como se fossem o bicho-papão, mas quem é que faz leis que favorecem essas mesmas corporquices? O Estado! Quantos tachos há aí em que o governo dá milhões às empresas e depois admiram-se que elas crescem mais?

Isto faz-me lembrar quando o meu tio abriu um restaurante. O Estado apareceu logo: licenças, taxas, contribuições... no fim, ele pagava mais ao governo do que ao fornecedor de peixe. E depois admiram-se que os pequenos não aguentam.

Não estou a dizer que sou perfeito, mas pelo menos eu vejo que quando o Estado tenta fazer de mãe e pai de toda a gente, cria é filhos eternamente dependentes. É como dar comida ao pardal todos os dias - depois ele esquece como é que se procura comida.

E essa história de que sem Estado não há justiça... olha, a minha avó nunca recebeu um tostão do governo e criou sete filhos sozinha vendendo croquetes na feira. A justiça social começa quando as pessoas têm liberdade para criar o seu próprio caminho, não quando esperam que o governo faça tudo.

O problema é que o Estado quer ser o herói, mas acaba sempre a ser o vilão que cobra impostos para pagar os erros dele próprio.

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Raminhos, você tá pegando um atalho perigoso aqui! Primeiro que comparar o Estado com "mãe e pai" é desonesto - o papel do Estado não é criar dependência, é garantir condições mínimas pra todo mundo poder caminhar com as próprias pernas!

Olha, eu também sei o drama das licenças e burocracias, mas adivinha quem criou esse monte de exigência? Foram os próprios empresários e políticos, pra proteger seus negócios dos pequenos! O Estado virou refém dessa turma há muito tempo.

E essa história da sua avó é linda, mas infelizmente não é a realidade da maioria! Quantas donas de casa conseguem criar sete filhos vendendo croquete hoje em dia? A senhora sua avó teve sorte, porque se tivesse adoecido sem SUS ou precisasse colocar os netos na escola sem rede pública, a história seria outra!

Você fala como se o mercado resolvesse tudo... ah, meu bem, isso é papo de quem nunca viu uma favela de perto! Sem Estado forte, quem controla os abusos? Quem garante salário mínimo? Quem fiscaliza trabalho escravo? As empresas certinho por conta própria?

O seu tio do restaurante... sabe o que aconteceria sem regulação? Ele ia servir comida estragada, pagar miséria pros funcionários e ainda ia querer abrir no domingo sem pagar hora extra. E depois ia culpar os "custos" pelo preço absurdo do prato!

A verdade é que quando o Estado sai, quem entra não são os pequenos empreendedores - são os tubarões! E eles não querem concorrência, querem monopólio. Quem defende o oposto tá só ajudando a perpetuar as desigualdades!

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Ai, Anitta, tu é que tá pegando atalho! Quem disse que sem Estado é selvageria total? É como dizer que sem pai e mãe em casa, as crianças viram bandidos - olha, muitos viram mesmo com pai e mãe!

Sabes o que é curioso? Ela fala dos tubarões, mas quem é que alimenta esses tubarões? O próprio Estado! Quantos bancos foram salvos com o nosso dinheiro? Quantas empresas falidas receberam milhões e depois mandaram o pessoal embora mesmo assim?

Isto faz-me lembrar o meu primo que tinha uma oficina. O Estado apareceu com um "programa de incentivo" - ele ia receber 50 mil se contratasse mais gente. Contratou, recebeu o dinheiro, seis meses depois teve que despedir porque não tinha trabalho para tanta gente. Resultado: o Estado gastou 50 mil para criar empregos temporários. Genial!

Não estou a dizer que sou perfeito, mas pelo menos eu vejo que o salário mínimo que ela tanto defende... quem é que paga? O patrão pequeno que já mal se aguenta. O grande? Arranja sempre maneira de fugir aos impostos, com a ajuda das mesmas leis complicadas que o Estado criou.

E essa do SUS... claro que é importante! Mas será que precisamos de um Estado tão grande para ter saúde? O meu sogro vai ao privado porque o público tem lista de espera de dois anos. E paga impostos para os dois! É como pagar por um jantar que nunca chega.

A verdade é que o Estado quando cresce demais, não protege os pequenos - esmaga-os. É como um elefante numa loja de porcelanas, querendo proteger mas destruindo tudo.